24/11/2022

Galeria do Cliente: Fábio Venhorst

Fábio Venhorst iniciou sua carreira profissional como ilustrador e chargista no Jornal Cruzeiro do Vale em 1993. Descobriu a fotografia em 1997, e o que inicialmente era um hobby, tornou-se profissão no ano seguinte. Especializado em fotografia de eventos sociais, book, moda, retratos e fotojornalismo, tem fotos publicadas no Jornal Cruzeiro do Vale, revista Cruzeiro do Vale e em diversos materiais de divulgação do município de Gaspar. Fábio é um dos fundadores do Fotoclube Gaspar. Recebeu Menções Honrosas no 41º Salão Jauense de Arte Fotográfica (2005), no II Circuito Sul Brasileiro de Arte Fotográfica (2006) e foi agraciado com o 1º lugar no Concurso Nacional de Fotografia da SENAD – Secretaria Nacional Antidrogas (2007). Em 2005 recebeu da Confederação Brasileira de Fotografia o título AFB – Artista Fotográfico Brasileiro.
Atualmente desenvolve trabalhos de fotografia na área de moda e estuda moda e estilo masculino do século XX com ênfase em alfaiaria e workwear.
Amante da natureza e dos esportes de aventura desde a infância tem como hobby a pratica do montanhismo, hiking e trekking, explorando regularmente as trilhas de montanha da região sul do país.

A bota companheira de Fábio é a Moscou Whisky e também a Nine Six Pinhão Destroyer. 

 

Aqui você pode conferir alguns trechos da entrevista com o Fabio, e se quiser pode também acessar nosso canal no Youtube e ver o video da entrevista

Boa noite, pra todo mundo aqui de volta!  Mais uma live da Black Boots e eu tenho aqui uma participação super especial que é o Fábio, nosso é um cliente nosso. A gente vai bater um papo super bacana.

 

Como foi que você conheceu a Black Boots?

Vou te confessar que eu não tenho certeza. Não me lembro, mas não era. Não lembro se foi uma sugestão do Google, porque estava procurando um modelo de bota para usar e cheguei a procurar usada no Enjoei e no Google em geral. Vou achar um modelo que me agradasse, porque eu gosto desse estilo, cor de bota e alguma coisa que tivesse estilo que clássico, porque importa muito ao meu estilo de vestir de um modo geral, que procuro manter até na trilha.

Aí eu acho que apareceu como uma sugestão do Google ou coisa parecida. Talvez tenha sido um anúncio do Instagram. Eu realmente não consigo lembrar. Aí eu comecei a dar uma olhada nas botas e gostei da eles chiques. Achei legal pra caramba o visual dela. E aí eu fiquei namorando tempão. Bota a massa cara, cada bota legal. E aí na época, ano em que eu não tenho essa “grana” toda, quando a minha também eu não estava ganhando muito dinheiro também não foi fácil.

Eu trabalhava para me tornar fotografo de casamento e aí deu uma parada e eu já estava meio que migrando para outro tipo de fotografia. Mas era um processo lento. Lá eu tinha umas botas velhas para usar, fazendo minhas trilhas todo final de semana, já que durante a pandemia não tinha muito o que fazer. Mas era uma opção assim. Do ponto de vista da segurança.

A melhor coisa é você caminhar no meio do mato, sozinho ou se você vai com alguém que você conhece, pessoa bem próxima sua, é ótimo ir para a natureza andar. Durante a pandemia foi ótimo fazer trekking, andar de moto.

Eu vi que muita gente começou a fazer isso durante a pandemia, mas obviamente já fazia antes. E foi engraçado que no primeiro final de semana que eles decretaram quarentena, eu peguei e fui fazer uma trilha numa montanha aqui da região. E eu estava lá sozinho, a uns quatro quilômetros, no meio do nada. Aí um amigo meu veio me dar bronca. Ele viu os meus posts e stories. Era para ficar em casa em isolamento. Eu não sou uma pessoa que gosta de ficar dentro de casa. Então, a trilha é uma coisa que eu gosto de caminhar para manter minha forma, porque desde o começo eu pensei Sol faz bem para a humanidade e para a imunidade.

Uma coisa necessária. Então eu aproveitei esse conceito e fui.

 

Onde você mora?

Gaspar. Cidade vizinha de Blumenau.

No Vale do Itajaí e próximo do litoral norte. Ela é vizinha de Blumenau, onde ocorre a famosa festa. Blumenau é famosa nacionalmente, então daqui até Oktoberfest são 24 quilômetros.

 

Eu amo viajar e conhecer novos lugares! Sempre que posso, aproveito as férias do trabalho para explorar destinos incríveis. Já estive em vários lugares maravilhosos no Brasil, mas meu lugar preferido é Santa Catarina. A minha cidade natal é linda demais e possui uma natureza exuberante. Além disso, os pontos turísticos são bem diversificados: tem praia, montanha e até cidades históricas. Não tem como não se apaixonar por SC! Em todos os meus posts eu cito o local, dá para saber onde é...  alguns eu coloco a localização geográfica do Instagram. Nem sempre, é só procurar no Google uma boa parte. São lugares bem conhecidos a nossa região. Aqui ela é bastante privilegiada em belezas naturais, tanto litoral de Santa Catarina como as montanhas.

 Os dias mais frios do ano aqui na região são sempre dias extremamente ensolarados. É muito difícil juntar tempo ruim e tempo fechado com serenidade para gerar neve. Com a temperatura mais baixa do ano passado, por exemplo, aqui na região do vale, que é uma região mais baixa, a gente teve temperaturas de dois graus.

 

Qual foi a sua primeira bota da Black Boots?

Eu gostei do modelo Moscou, eu gosto desse estilo. Sim, e ela estava num preço legal. Na ocasião, eu estava precisando economizar e era Black Friday. Se bem que essa que ainda não estava no preço da Black Friday e estava numa promoção quando comprei, estava um preço legal e aí eu a peguei.

E essa aí foi exatamente a minha primeira bota de couro da Black Boots.

Essa foi a primeira, a primeira Black Boots que eu usei. Ela está completando dois anos esse mês, há dois anos de muita trilha. Aí tem a Moscou vinho que está aqui na mesa, um modelo na cor vinho, está suja, empoeirada que eu usei no último final de semana para fazer uma trilha. Comprei logo em seguida porque aí veio a Black Friday, né?

E aí baixou mais um pouquinho porque não ter duas, né? Afinal, eu gosto de ter dois sempre, porque às vezes eu viajo para fazer trilha e passa uns dois dias numa região como a Serra Catarinense, que tem vários trajetos e às vezes acontece de pegar um trajeto que tem travessia de riacho de rio e acaba molhando a bota.

E no outro dia, em um outro trajeto para fazer e aí você pode ir com uma bota, outra bota seca na trilha, e é a mesma coisa, eu faço durante o decorrer do ano. Mesmo quando não viajo com essa bota até o final de semana, ela não molhou. Mesmo assim, nesse final de semana próximo, agora, se eu fizer uma trilha, eu vou usar outro, porque aí a bota pode descansar.

Porque mesmo que na água, ela umedece com o pé, e por isso precisa descansar um pouco, toda a semana para descansar só do uso. Mas eu gosto de alternativa para elas terem um desgaste uniforme.

Eu acho isso. Eu sempre falo isso que, por exemplo, você ter uma bota, uma, duas ou três pares de bota, o ideal, se você tiver um monte de bota, mas que você possa ir revezando. Tem o suor, a umidade interna, porque ali dentro da bota tem um microclima dentro dela.

O clima fora, que você pode pegar chuva, pode pegar isso. É porque se você cuidar, ela vai durar, porque eu realmente... eu fico impressionado de ver o que eu faço com essa bota a Moscou e como que ela está durando dois anos.

Então... é um uso, um dizer entre aspas... Aqui até agressivo. Para quem está na cidade, que para mim não tem uso urbano.

Flor e calçados quando cuidados eles duram. E, em primeiro lugar, a gente tem que levar em conta que um dos fatores é a qualidade e a marca, fazendo com toda a qualidade com que vocês usam. É um couro muito bom. A textura dele, que é um couro de boa qualidade, mas nenhum couro, mesmo de melhor qualidade, aguenta muito tempo.

Se ele não for bem cuidado, não, como você mesmo falou, né? Fazer um revezamento de calçados é importante com qualquer tipo de calçado. Muita gente compra um sapato preto e usa só aquele sapato todo dia, todo dia, todo dia mesmo um sapato usado. Se usar todos os dias ele vai envelhecer muito mais rápido do que se você usar dois, dois e alternar um dia um, noutro dia o outro.

Isso só isso, já faz os dois pares durarem muito mais, porque eles têm tempo. Descansar, precisa de descanso. Então a qualidade do material importa a forma de uso e a forma de manutenção também. Eu sempre que eu molho, deixo na sombra a bota de couro. Não se deve ficar no sol, e sim descansar à sombra durante uma semana, dependendo do clima.

Às vezes, até semana de chuva demora mais, mas geralmente em três, quatro dias já dá para ficar bem seca. E quando eu vejo que ela está bem eu dou uma hidratada.

Tira a palmilha.

Puxou a língua para fora.

Tiro as palmilhas e deixo elas secando em um lugar arejado, mas que não pegue sol.  Importante é verificar que ela está realmente seca. Depois de seca eu passo a famosa “banha de porco” que é um dos segredos pessoais.

Uso a banha porque a gente tem em qualquer supermercado aqui, porque ela é usada na culinária. Então é um produto extremamente barato que qualquer supermercado tem, porque é vendida para usar, para cozinhar, fritar coisas. Enfim, é um produto que qualquer pessoa consegue obter sem dificuldade.

Fui acampar e em 2021, lá na Serra e o dono do camping tinha um rancho. Puxei conversa. Ele me convidou, então almoçamos uma carninha e me sentei com ele pra bater um papo aí e ele estava fritando batata. Batatinha na banha de porco.

 

É bem mais gostoso do que frita no óleo, no azeite.

O óleo não dá cheiro. O meu pai costumava fazer a hidratação de couro com sebo de boi, do boi. Fede pra caramba, seco, fede, mas a banha ela dá um cheiro característico dela após a aplicação. Não tem familiaridade com cheiro ruim, sabe o cheiro que tem, mas à medida que ela penetra na bota, o cheiro não fica.

Ela deixa a bota mais impermeável. Hidrata e conserva o couro da bota.

 

Com certeza, todo ano... toda a vedação que a gente consegue adicionar, ela vai ajudar a conservar. Porque embora ela aguente um bocado de areia com água e tudo, é sempre bom evitar ao máximo possível que ela penetre na bota. Eu não comprei as minhas botas para deixá-la na prateleira bonitinhas, então acabam tendo que sofrer um pouquinho. Afinal, um dos objetivos do calçado é proteger os pés, os meus pés.

 

Ela E como andam as solas das suas botas?

perdeu um pouco, já gastou também, só que ela continua tendo um bom agarre. No Terreiro do Paço Imperial e principalmente.

Se precisar, é possível trocar essa sola. A gente tem essa sola, é de reposição, tem que achar um bom sapateiro.

A dificuldade é achar o sapateiro, porque aqui na região a gente tem alguns, mas os bons estão em extinção.

O material de baixo ainda está firme.

 

Quem bate as suas fotos no meio das trilhas?

Depende da situação que tem. Tem trilhas que eu vou sozinho e às vezes não tem parceria. Mas a gente tem uma turminha que vai na trilha, que quando junto com o pessoal, às vezes tem cinco pessoas, às vezes dá dez, dá mais gente. Quando tem alguém junto para fazer a foto, se não tiver, aí os pezinhos que eu estou usando agora para fazer a Live...  é ele, o celular é o lugar, é um controle remoto.

Nas trilhas, sempre com o celular. A maioria das fotos que eu tenho ali foram feitas com o iPhone 6 S, mas agora faz alguns meses que eu troquei com o iPhone 11, então as mais recentes com o iPhone 11 ou para ele está boa, é bem confiável. Eu o uso como GPS também porque tem trilhas que a gente não sabe o trajeto com exatidão.

 

Mas então o aplicativo muito legal, que é o ICQ Lock vários trajetos de trilha que você pode baixar e seguir para evitar se perder. E ele vai gravando seu trajeto, você tem o seu próprio trajeto gravado.

Isso então dá uma grande segurança.  É por isso que eu gosto do iPhone, da Apple, porque é um aparelho de alta confiabilidade, bastante estável, não dá pau, muito raro dar pau. Então, para usar como GPS no terreno remoto, isso é muito bom. Ela é uma ferramenta multi, que está sempre comigo e eu levo o Power Bank também para carregar, para evitar ficar sem bateria, o aparelho não faz milagre.

E eu diria que, na verdade, outras marcas também têm um desempenho bom, não só que tem que comprar o melhor aparelho disponível, porque não é necessariamente que a Samsung seja pior. Fato que a Samsung tem uma coisa que a Apple não tem aparelhos de segunda e terceira geração e muita gente que é uma experiência ruim, às vezes como Samsung e outras marcas porque compram os aparelhos mais baratos, você pega o aparelho top de linha da Samsung.

Câmera é diferente, sempre utilizo pelo menos duas. Tem uma grande angular que abre bastante, tem a normal e termos que tem três. É um pouco curva de aprendizado. Tem que alguns aparelhos de algumas marcas que eu vejo que o aplicativo nativo de câmera que vem instalado é meio ruim. Então às vezes é instalar um ou outro aplicativo de câmera que aproveite melhor o atalho e algumas fotos acontecem, mas eu, uma minha experiência de observar com aparelhos top de linha da Samsung, de conhecidos meus, dá para fazer o mesmo resultado, apenas uma questão de pegar a manhã.

 

Me conta um pouco sobre a sua Nine Six que você pegou aí, como é que foi no início?? Muito dura??

 

Eu acho que uma coisa que é bom eu nunca tive um grande problema com calçados. Isso ainda tem gente que tem o pé largo ou um dedo meio proeminente pro lado.

 Tem gente que tem o tal do flex food, o pé chato que também dá desconforto, conhecido o que ele sofre hoje ou qualquer calçado que ele consegue usar o pé dele dói muito. Mas eu acho que eu tenho o pé certo selado. Não, não tenho muito problema com conforto. Então, talvez até por ele estar acostumado a submeter o meu pé a esforços acima da média.

Eu acho que hoje em dia a maioria das pessoas não caminha tanto quanto eu. O título de comparação não é só em trilhas com aquelas botas. Com a bota Moscou, eu faço em média, 250 quilômetros por ano em terreno, talvez mais por diferença de uma. Então, o fato de ser um pouco dura para amaciar é tudo. Talvez o meu pé não sinta tanto.

Também por isso está acostumado aqui falando da bota. Ela tem a sola mais dura porque ela tem as camadas de couro, que são mais difíceis. É um material diferente da sola, de borracha, toda de borracha. Mas na palmilha, como você já falou no outro video, já se sente outra. Ela vai pegando a forma do pé, então ela vai criando um assento para o pé,  para o dedo, que eu consigo sentir a posição dos meus dedos já na palmilha, porque ela vai se conformando com o pé.

Então, no começo a Nine Six era mais dura, mas agora ela está mais maleável. Visualmente, não senti um grande desconforto. Nesse sentido, eu acho que eu sofri mais com a Moscou, porque no primeiro dia que eu usei na trilha, ela deu uma sovada no meu pé no lado.

E depois ela cedeu ali, parou de sovar, tomou a adaptação normal do uso. Eu normalmente esperava que ela iria me machucar no calcanhar, o mais comum, tanto que normalmente com um calçado novo, fica até como dica para quem tem problema de ter calo na parte de trás do pé. Eu costumo comprar aquele esparadrapo de tecido mais resistente. Eu colo um bom pedaço mais ou menos essa largura no meu calcanhar.

E aquela parte onde costuma o sapato apertar quando é novo, e aí eu ponho a meia por cima, eu vou usando. Então ele evita que o meu pé forme calo, ao mesmo tempo que eu vou usando e amaciando. E depois ele fica bom... ou seja, não preciso mais usar o esparadrapo. É então uma dica que eu dou, que vale a pena testar.

Até me lembrei que tu comentaste uma vez. Não sei se foi num vídeo que falou que costuma testar os modelos novos pessoalmente, e isso é uma coisa muito legal. Na Black Box que existe esse nível de preocupação em testar o produto.

Com certeza isso é importante. É sobre a bota, se tornar uma companheira. Isso é uma coisa que se está lá. Como eu gosto de qualidade em calçado, porque eu me apego nas coisas, então mesmo a bota com seus arranhões. A sola também gasta mais. Assim, se elas têm história, quando está no lugar legal que elas foram comigo.

Quantas caminhadas que elas já estiveram aí nesses dois anos e a gente acaba se apegando, ela vai ficando arranhada. Mas eu sei que lá no final, ficam as histórias que vivemos nas muitas caminhadas.

Eu tenho vários calçados sociais também com o sapato que eu tenho há anos que cara eu fico com esse sapato aqui? Eu mesmo vejo uma foto de uma ocasião passado. Eu estava usando sapato. Aquilo aqui no dia tal. E às vezes eu vejo faz tanto tempo que eu tenho o sapato ou o terno, tal chapéu tal, porque às vezes eu olho uma foto de 2014, como está durando tanta coisa, tenho um sentimento por essas coisas.

Eu gosto de ter. Quando eu gosto do objeto, da roupa ou da foto, gosto que ela fique bastante tempo comigo e que ela dure.

 

Como é que fala? Como é que seu sobrenome veio?

 

E não faz ideia de quantas milhares de vezes eu já ouvi essa pergunta ao longo quenunca passou a vida uma família.

De fato, até o alemão, que é isso ai que quer? Como é que é?  você é descendente?

Por que é de origem germânica? O meu bisavô. Ele nasceu na Alemanha, mas a família tem ligações com a Holanda também nos países de origem germânica também. Então, a minha ascendência predominantemente germânica por parte do meu pai e a minha avó, ela era descendente de alemão, também sobrenome Laguna. Mas o sobrenome do pai dela era Soares, que era o nome da minha mãe em italiano também.

Quando puxei mais o lado alemão do que eu, sou muito parecido com o meu avô, um homem bem parecido com ele como meu pai. Todos os homens da família, do lado do meu pai, têm essa que pode se dizer que eu sou mais alemão de humano. Garantindo o sobrenome Rogers.

Cara. Foi um bate papo muito bacana, passou muito rápido, mas a gente pegou só o ótimo. Foi

Isso daí eu que agradeço a oportunidade de poder participar desse trabalho.  Trocar uma ideia e eu espero contribuir de alguma forma.

Muito bacana. Valeu demais! E aí? Valeu, cara a gente vai se falando aí também. Grande abraço. Até lá... valeu.

 

 

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